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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Porto de Abrigo

Eras tu. Conheci a tua voz.
Entardeci na tua acalmia.
Eras a estrela mais procurada,
no universo das estrelas.
Eras luz na magia da noite;
Radiante, pura e macia…
Eras a lua cheia de sonhos
na palma das minhas mãos.
Desbravei-te com carinho.
Eras o meu porto de abrigo,
o porto dos meus sentidos!

João Rosário Matos
25.07.2013

Imagem: Google

Labareda de Fogo

Sempre caminhei a passos largos, 
confiante nos passos certos.
Nem sempre consegui atingir os meus sonhos,
mas nunca deixei de sonhar!
Procurei o infinito da minha essência
numa encruzilhada de nostalgias.
Repisei espinhos e pedras
de veredas outrora percorridas…
A vida não foi aquilo que eu sonhei.
Traiçoeira!
Levantei-me do chão,
no meio de uma labareda de fogo.
E aprendi, que as plantas, também renascem das cinzas.

João Rosário Matos
25.07.2013

Imagem: Google




sexta-feira, 12 de julho de 2013

Quadras da Ribeira de Margem

A ribeira. A Ribeira de Margem…
Ainda me corre dentro das veias,
Quando embarco nesta viagem
E traço sonhos, a partir destas ideias.

João Rosário Matos
12.07.2013
(primeiro verso)
Fotografia: José Cadete



segunda-feira, 8 de julho de 2013

Palavras Salgadas...

Escrevo para quem, estas palavras?
Não sei…
Ou talvez, sejam para ti,
se fores capaz de as enxaguar.
Afinal, já escrevi tantas palavras,
no rio dos meus olhos,
que verteram salgadas
e desaguaram no mar de água doce,
que eu sonhava existir...

João Rosário Matos
08.07.2013

Foto: João Rosário Matos

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O Sol das Searas

Com fulgor, o sol das searas regressa
a este poema!
É uma luz doirada que me aquece,
quando estendo o meu corpo,
à sombra de uma tarde macia.
Ai, como o tempo me abraça
com saudade…
Existe o céu azul e uma nuvem fina
a pairar sobre mim.
Existe o entardecer, como um livro aberto,
na palma das minhas mãos.
E aqui, ao sol das searas,
A desfolhada acontece quando eu quiser…

João Rosário Matos
04.07.2013

Imagem: Google